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Sobre a realização de um sonho: o 3º Brasileirão de Roller Derby em Vila Velha-ES

Nos dias 14,15 e 16 de novembro de 2014 a Black Hearts Derby Girls organizou o 3º Brasileirão de Roller Derby em Vila Velha-ES. Foi o primeiro Brasileirão que teve apoio de uma instituição pública, a Secretaria Municipal de Esportes e Lazer da Prefeitura Municipal de Vila Velha e por isso pudemos aproveitar uma excelente estrutura com pista marcada numa quadra de madeira com piso flutuante. Um luxo!

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O evento contou com uma pequena disputa entre os times da Black Hearts Derby Girls, Gray City Rebels (SP) e o Team Patchwork, carinhosamente apelidado de time “Remendo” por ser composto por jogadoras de várias ligas do Brasil, incluindo jogadoras da Austrália e da Argentina. As Rebels ficaram com o 1º lugar, levando o bicampeonato brasileiro, enquanto o Patchwork ficou em 2º e as estreantes BHDG ficaram em 3º lugar. Também aconteceu um scrimmage “sem contato” para as freshmeats que ainda não cumprem todas as habilidades mínimas para a prática do roller derby. Além disso, aconteceram clínicas de arbitragem com o árbitro nível 5 certificado pela WFTDA Judge Knot e bootcamp com as jogadoras Maki Lombera e Lula Zan da liga argentina 2×4 e da Seleção Argentina de Roller Derby. Para apitar os jogos,foram convidados os árbitros Triske (Argentina) e Denes Supertramp (Colômbia) e os Oficiais RD Brasil, grupo independente de árbitros e oficiais brasileiros que foram responsáveis por toda a organização de tudo referente a arbitragem do evento. Também rolou uma after party na Disaster Skate Park, onde o pessoal aproveitou o final de noite para se divertir muito nas rampas de skate!

Bootcamp com Maki Lombera e Lula Zan. Foto: Crixx Martins

Bootcamp com Maki Lombera e Lula Zan. Foto: Crixx Martins

Scrimmage sem contato. Foto; Crixx Martins

Scrimmage sem contato. Foto; Crixx Martins

Black Hearts Derby Girls x Gray City Rebels. Foto: Crixx Martins

Black Hearts Derby Girls x Gray City Rebels. Foto: Crixx Martins

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Árbitros no 3º Brasileirão de Roller Derby. Foto: Crixx Martins

A Black Hearts Derby Girls agradece do fundo de seus corações negros pela participação de todos que colaboraram para que este evento acontecesse. O Brasileirão de Roller Derby faz parte dos nossos planos desde o começo da liga e sem todos vocês a realização deste sonho não seria possível! Tudo foi tão legal que já estamos em contagem regressiva próximo Brasileirão que será em Santos – SP e será organizado pela liga Thunder Rats Derby Squad!

THUNDER RATS

Thunder Rats Derby Squad – liga anfitriã do 4º Brasileirão de Roller Derby!

Leia a seguir depoimentos de algumas jogadoras da Black Hearts Derby Girls e do Oficiais RD Brasil que conseguiram expressar em palavras um pouquinho do que foi a experiência de organizar e participar do 3º Brasileirão de Roller Derby:

“Difícil falar desse Brasileirão, muito tiro porrada e bomba pra organizar, mas cara que evento! Ter hematomas nunca foi tão legal. Ver nossos amigos e familiares torcendo por nós é legal demais! Chorei, chorei de felicidade, apesar das minhas cagadas, do placar, tudo foi bom demais!” (Paulis jogadora da BHDG)

Paulis "jammando" no jogo Black Hearts Derby Girls x Patchwork. Foto; Pri Morales

Paulis “jammando” no jogo Black Hearts Derby Girls x Patchwork. Foto; Pri Morales

“Esse brasileirão foi fantástico! A troca de experiências sem dúvidas é a maior ferramenta que nós temos para ajudar o esporte a crescer! Eu que comecei a praticar derby nesse ano fiquei muito mais motivada a treinar e louca para colocar em prática tudo que aprendi nesses dias. Fiquei receosa no primeiro jogo, não estava nem um pouco confiante, mas a união do meu time e principalmente a confiança que cada um da equipe tinha no outro me deixou segura para contribuir com algumas quedas e bundadas!” (Fê Rouge, jogadora da BHDG)

“Todos os 3 brasileirões tiveram algo de especial pra mim, mas certamente esse foi o mais marcante.  A estréia da Liga como time foi algo que mexeu muito com todas nós. Depois de um ano de tensão absoluta para organizar esse evento, finalmente o grande dia tinha chegado. Nervos a flor da pele!! O ápice da noite foi durante o segundo tempo quando a Fernanda (Fê Rouge) comentou: PORRA, ENCONTREI O  ESPORTE DA MINHA VIDA! Foi incrível ouvir isso, porque passei pela mesma coisa no primeiro brasileirão. Durante o evento você vê o derby acontecendo “na vera”, e rola aquele “start”: ou você ama ou não ama fazer roller derby. E olha é difícil não amar! Essa é a prova de como esse evento é importante pro roller derby nacional, muitas vezes é a ánica oportunidade que muitas jogadoras vão ter de vivenciar o derby. Além de ser um clima de total aprendizado, uma vez que você pode estar fazendo bottcamp com veteranas de outras ligas e jogadoras internacionais! Estou muito feliz pelas BHDG, por termos feito um evento tão bonito, tão alegre, tão magia, tão a nossa cara! E muito mais feliz pelas Tunder Rats terem assumido a responsabilidade de dar continuidade a esse evento que só tem enriquecido nosso roller derby!” (Subtil, co-capitã da BHDG)

Subtil "jammando" no jogo Black Hearts Derby Girls x Patchwork. Foto: Léo Silveira

Subtil “jammando” no jogo Black Hearts Derby Girls x Patchwork. Foto: Léo Silveira

“Este foi o meu terceiro Brasileirão, mas para mim a sensação é de que ele foi o primeiro. Foi o primeiro que vesti a camisa do meu time e joguei com as pessoas que treino semanalmente. Foi o primeiro em que inusitadamente precisei usar a estrelinha no capacete e surpreendi até a coach do time adversário num jam inesquecível. Foi o primeiro que deixou muitas saudades também:  das amigas das outras cidades, dos hermanos e hermanas de outros países, do cheiro de equipamento de proteção suado, dos after partys, das “piadas internas”, de todo o clima de alegria que só o roller derby pode ter! Foi o primeiro Brasileirão em que definitivamente me apaixonei pelo Roller Derby e tomara que essa paixão nunca passe!” (Pauleira, capitã da BHDG)

Black Hearts Derby Girls. Foto: Pri Morales

Black Hearts Derby Girls. Foto: Pri Morales

“O primeiro Brasileirão da minha vida foi na minha cidade, organizado pela minha liga! Muito orgulho de ter passado um ano debruçada sobre esse projeto, mesmo com todos os contratempos (que não foram poucos!), sem nem saber como ele seria. E superou todas as minhas expectativas. No final deu tudo mais que certo. Pela primeira vez joguei de verdade. Convivi com pessoas que, assim como eu, escolheram esse esporte pra vida e se uniram numa grande família. Aprendi, sobretudo, que a “agressividade” e o respeito são dois polos que caminham juntos nesse esporte, e que devemos nos ouvir como irmãs no track, nos comunicar pelo olhar no meio do caos. Poucas vezes tive a chance de descobrir o tamanho da minha força, e da minha superação. Isso é ensinamento pra vida!” (Amandala, jogadora da BHDG)

 

Oficiais RD Brasil e BHDG

Oficiais RD Brasil e BHDG

“Desde que começaram as inscrições por liga, quando surgiu a ideia de nos inscrevermos como Oficiais RD Brasil, a Comissão Organizadora nos acolheu e deu todo apoio ao grupo. Mudaram os horários para podermos ter a ref clinic mais longa que o planejado, providenciaram todo o equipamento de que precisamos, e nos trataram muito bem, foram incrivelmente simpáticas nos emails e ao vivo. Judge Knot nos ensinou muito nesses dois dias, quanto à patinação, à nossa postura como árbitros, a como interpretar o que vemos nos track e tomar decisões de acordo. Nossos irmãos Denes e Triske são uma inspiração e uma ótima companhia, sempre nos divertimos e aprendemos com eles. Os jogos deram a todo mundo oportunidade de aplicar o que aprendemos, e houve cooperação com nosso trabalho de todos os lados: fomos tratados com todo o respeito pelas jogadoras e técnicos, e tivemos muita gente disposta a ser NSO, que era uma das nossas maiores preocupações em relação ao andar dos jogos. O 3º Brasileirão, além de muito divertido, foi um grande aprendizado para nós não só individualmente, mas também como grupo. Além do conteúdo da ref clinic, aprendemos muito sobre nos organizar, sobre a importância de termos nosso grupo, e vimos que o sucesso dos jogos e a recepção que tivemos no evento foi resultado do nosso trabalho fora do track. Voltamos, todos nós, muito estimulados e com uma visão mais clara do que podemos fazer para melhorar ainda mais. Só temos a agradecer, continuar contribuindo para o crescimento do esporte e aguardar o próximo evento”. (Oficiais RD Brasil)

MAIS UMA VEZ A BLACK HEARTS AGRADECE A TODOS QUE PARTICIPARAM DA REALIZAÇÃO DESTE SONHO! NOS VEMOS EM SANTOS EM 2015! “É NÓIX, VIADO!!”

Black Hearts Derby Girls  VIBRANDO!!! Foto; Clara Angeleas

Black Hearts Derby Girls VIBRANDO!!! Foto; Clara Angeleas

 

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Vídeo do bootcamp com o Team Brasil

Quer saber como é o treinamento com a Seleção Brasileira de Roller Derby? Não preciso nem dizer que é puxado, né? Aproveitamos o treino oficial do Team Brasil que rolou aqui na terrinha capixaba em junho deste ano, para adquirir um pouquinho do conhecimento delas.

Na ocasião, a seleção deu um longo bootcamp para a liga Black Hearts Derby Girls, onde a equipe aprendeu muita coisa nova e importante sobre regras, estratégias e habilidades no roller derby. Um verdadeiro presente em dose dupla: porque foi nosso aniversário, e porque vamos sediar o 3º Brasileirão de Roller Derby em Vila Velha este ano. Confere aí o vídeo, produzido pelo nosso amigo Bertz.

http://youtu.be/5M0sTlFHtrs

Black Hearts vai à praia!

Oficina de patinação gratuita com as Black Hearts Derby Girls!

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Seu patins tá aposentado no fundo do armário pegando poeira? É hora de botar ele na rua! Neste domingo, dia 27 de julho, a partir das 9h da manhã, estaremos na Rua de Lazer da orla de Coqueiral de Itaparica (Vila Velha) realizando uma oficina de patinação gratuita.

Traga seus patins, seja inline ou quads (aqueles tradicionais, os famosos patins de “4 rodas”) que a gente te ensina a patinar!

Não esqueça os seus equipamentos de proteção (capacete, cotoveleiras, joelheiras e munhequeiras), pois queremos nos divertir com segurança.

E mais: vamos panfletar e dar informações sobre o nosso esporte: o Roller Derby. Teremos uma banquinha onde vai rolar vídeos de jogos e meninas muito bacanas trocando uma ideia sobre o esporte mais legal do mundo!

Venha aprender a patinar com a gente! Não precisa ter experiência, só disposição para uma manhã cheia de alegria.

Chama a galera, avisa prozamigo, prazamiga, mãe, pai, primo, prima, tio, tia, uffaa… todo mundo! #vemgente

Bootcamp com as estrelas do Team Brasil

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É hora de festejar!

O aniversário de 2 anos da liga Black Hearts Derby Girls está chegando, dia 1 de junho. E um mega presente está vindo pra gente de várias partes do país: neste final de semana, dias 30, 31 e 01, as jogadoras da Seleção Brasileira desembarcam na terrinha capixaba para um treino preparatório para a Copa do Mundo de Roller Derby. E de quebra, vão nos presentear com um bootcamp recheado de coisa nova.

Será um treinamento intensivo de 2 dias para todas as Black Hearts, com o objetivo também de aprimorar as patinadoras para o 3º Brasileirão de Roller Derby, que acontece em novembro aqui no ES, organizado pela BHDG. É a nossa chance de aprender com as melhores do Brasil!

E tem mais…

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No sábado à noite, dia 31 de maio, depois de muito suor, interação e aprendizado, vem a cereja do bolo: Todas lindas para comemorar na nossa festinha de 2 anos de aniversário, com a presença das nossas queridas convidadas do Team Brasil, regada a muita música, diversão e derby love!

 

Roller Derby é estilo de vida

Mais uma vez, a caçulinha da liga, Baby Merciless (Ana Luiza Lube), atraiu os holofotes da mídia. Dessa vez, ela foi entrevistada pela Revista Capricho para uma matéria sobre mudança de estilo. Sem esquecer de citar que o Roller Derby fez, e muito, parte da sua transformação, afinal, esse esporte tem tudo a ver estilo e atitude! A edição da revista já está disponível nas bancas, mas você pode conferir aqui também:

Conheça a história de garotas que mudaram o guarda-roupa e o estilo de vida

Por Nuta Vasconcellos, em 04/04/2014 às 17:30

Com as novas roupas, elas encontraram a sua verdadeira personalidade. Inspire-se!

Sente vontade de mudar seu estilo, mas fica insegura com o que os outros vão pensar ou tem medo de colocar em prática certas mudanças? Inspire-se na história destas meninas incríveis!

1. Ana Luiza Lube, 16 anos, Vila Velha (ES)

Como se vestia: Adorava looks românticos (estampas de flor eram sua maior paixão!) Ela era loira e sua cor favorita de roupas era rosa.
Como se veste agora: Curte looks mais radicais, como meias coloridas, calças rasgadas e acessórios diferentes. Adora preto, cabelos coloridos e camisas com estampas divertidas, principamente de bandas e de ligas de Roller Derby (o esporte que passou a praticar)!
Por que quis mudar: Quando tinha 14 anos, começou a se sentir insatisfeita com sua identidade e deslocada. Tinha vontade de experimentar looks mais confortáveis e estilosos e ganhou coragem depois que foi ao primeiro show de rock. Ana Luiza se identificou totalmente com aquela galera.
Mudou e aí? Perdeu alguns amigos, mas ganhou vários novos, principalmente no Roller Derby, esporte que começou a praticar depois que resolveu mudar o estilo de vida.
Conselho para quem quer se encontrar: “Não tenha medo! Quando a gente se conhece melhor, fica mais feliz!”

2. Jordana Barreto, 20 anos, Anápolis (GO)

Como se vestia: Gostava de looks ousados com meias rasgadas, muito acessórios, estampas chamativas e animal print
Como se veste agora: Curte looks mais românticos, discretos e cores suaves como rosa. No armário dela não pode faltar saias e peças florais.
Por que quis mudar: Aos 19 anos, começou a ficar mais ligada a sua religião (Jô é católica) e isso começou a interferir no modo de vestir. Suas amigas já não eram as mesmas de antes, nem os lugares que frequentava (antes, ela era fã de boates bem alternativas). Os looks delicados combinavam mais com seu novo estilo de vida e como ela se sentia por dentro. Jô percebeu que não se gostava antes e decidiu que era hora de se amar de verdade!
Mudou e aí? A Jô percebeu que você pode se destacar com as suas atitudes e não só com seus looks. Depois que assumiu um guarda-roupa mais discreto, ela também se sente mais segura e confiante.
Conselho para quem quer se encontrar: “Todo mundo deve se reinventar. Se você está sentindo que é o que você deve fazer, faça!”

3. Thalita Zandonadi, 20 anos, Uberlândia (MG)

Como se vestia: Thalita tentava se encaixar em roupas femininas e tinha os cabelos longos.
Como se veste agora: Básica! Camiseta, calça jeans e tênis (Vans de preferência!) é a sua combinação preferida.
Por que quis mudar: Aos 17 anos, Thalita percebeu que adotava aquele estilo só para se encaixar ao grupo de pessoas com quem convivia e não refletia quem ela era, já que escondia sua personalidade.
Mudou e aí? Com a mudança, Thalita também se assumiu homossexual. E o mais legal: a família a aceitou com bastante amor!
Conselho para quem quer se encontrar: “Não fique com medo de ser julgada. Seja confiante e as pessoas que realmente te amam estarão com você!”

4. Maria Helena Terto, 14 anos, Rio de Janeiro (RJ)

Como se vestia: Era superbásica até o ano passado. Usava muita sapatilha e saia rodada. Gostava de pagode e era influenciada pelo estilo das meninas mais velhas do grupo.
Como se veste agora: O estilo tem tudo a ver com o rock. Blusa de banda, preto e camisa xadrez!
Por que quis mudar: a mudança surgiu com o novo gosto musical. Quando passou a curtir bandas como Iron Maiden, Black Sabbath e Paramore, seu guarda-roupa mudou naturalmente.
Mudou e aí? Maria Helena acha que mudou muito por dentro. Fala e veste o que gosta sem medo da reação das pessoas. Em vez de se preocupar com a opinião dos outros, prefere pensar que está feliz!
Conselho para quem quer se encontrar: “Mudanças são essenciais e o preconceito é inevitável.  Muita gente acha que quem escuta rock é agressivo, mas a maioria é super do bem. Sou um exemplo disso!”

5. Marcela Casolari, 20 anos, Belford Roxo (RJ)

Como se vestia: Adotava o estilo grunge. Blusão de flanela, coturno, jeans rasgado, cabelo colorido e piercings eram marcas registradas.
Como se veste agora: Ama peças hippie/folk. Adora saia longa, sandália rasteirinha, bolsa de franja e muitos acessórios artesanais.
Por que quis mudar: Quando entrou para a faculdade, aos 18 anos, começou a seguir o budismo. Ela se tornou vegetariana e começou a praticar meditação. O novo estilo de vida mudou completamente o seu jeito de se vestir.
Mudou e aí? Tem certeza de que se encontrou, pois se sente mais segura. O namorado terminou com ela por não curtir a “vibe zen”, mas Marcela percebeu que, com o término do namoro, ela pode se conectar mais com ela mesma e ficou mais à vontade para ser quem ela queria ser e conhecer pessoas com as mesmas ideologias.
Conselho para quem quer se encontrar: “Como toda adolescente, passei muito tempo tentando ‘me encaixar’, em vez de descobrir quem eu realmente era. Procure se conhecer, pois sua tribo aparecerá naturalmente. Encontrei muitos amigos que curtem a mesma vibe natureza que eu e, dos antigos, ficaram os que gostam de mim do jeito que eu sou.”

E aí? Quem ficou inspirada com as histórias destas garotas?
Link da matéria:  http://capricho.abril.com.br/vida-real/conheca-historia-garotas-mudaram-guarda-roupa-estilo-vida-778922.shtml