Brasileirão de Roller Derby Love!

Se começamos 2013 com o pé direito, estamos fechando o ano com chave de ouro! Acabamos de voltar do 2º Brasileirão de Roller Derby com muitas experiências e alegrias na nossa bagagem, e não há ninguém melhor para falar sobre isso do que nossas próprias jogadoras que participaram do evento, seja dentro ou fora do track.

As nossas freshmeats tiveram a oportunidade de aprender muita novidade e melhorar muito as suas habilidades de patinação nos bootcamps com Fifi Nomenon e Nina Brava.

Minha experiência nesse Brasileirão foi sensacional! Apesar de não ter jogado, o bootcamp foi muito construtivo. A Fifi e a Nina nos ensinaram muitas coisas com muita simpatia, atenção e como a Fifi mesmo disse, agora é só se dedicar e por em prática todas as técnicas que foram passadas. Mal posso esperar pro evento do ano que vem pra poder jogar o esporte mais lindo do mundo! (Beatriz Vago, freshmeat)

scrimmage

Black Hearts se preparando para os bootcamps.

Pra mim foram 3 dias incríveis e pude ter a certeza de que Roller Derby é sim o esporte mais democrático e legal do mundo!! Independe da sua forma física ou da sua idade, o que vale mesmo é o empenho em aprender cada vez mais e sempre!! A oportunidade de fazer bootcamp com Fifi Nomenon e Nina Brava é impagável, muitas coisas se tornaram possíveis graças ao empenho delas em demonstrar que tudo é questão de dedicação! Valeu demais! (Christina Michalsky, freshmeat)

Nossas veteranas também aproveitaram a oportunidade de melhorar suas habilidades nos bootcamps e ainda puderam encarar o track pela primeira vez em jogos incríveis!

 Participar do meu PRIMEIRO jogo ‘a vera’ e contra a Ladies (Ladies of Hell Town) teve um peso enorme, o que acabou atrapalhando muito no meu desempenho. Porém, tudo o que rolou nesse Brasileiro foi um aprendizado e tanto:  lidar com arbitro pela primeira vez, jogar numa posição que você não esta acostumada, conhecer gente nova e jogar com outras pessoas que não são suas companheiras de liga… Tudo o que tenho a fazer é agradecer as Gray City Rebels por organizar esse evento lindo, e a todas as ligas participantes por fazer esse evento ser tão incrível.  Obrigada às Black Hearts pelo companheirismo, carinho e paciência. Ano que vem é tudo nosso! (Paula Renata Maciel, “La Santa Rosario”, #39)

Derby love nos bootcamps!

Adorei ter ido, amei aprender e melhorar minhas habilidades. A cada dia aprendi coisas diferentes, lá foi a hora de errar, de mostrar o seus defeitos em algumas coisas que você tinha dificuldades, pra poder consertar e melhorar. Hoje eu posso dizer que melhorei muito! Além de aprender, eu tive a oportunidade de observar jogadoras fantásticas e percebi que temos que melhorar muito.Mas isso passa a ser um incentivo e não é algo impossível, é algo que você tem que praticar cada vez mais.  A Fifi e Nina tiveram tanta paciência com as meninas, a gente via a vontade delas de ensinar a gente, querer que todas as meninas absorvessem tudo que elas passavam. Foi muito lindo, foi a minha primeira vez fiquei nervosa, mas quando eu calcei os patins o nervosismo sumiu, entrei na quadra de peito aberto, pronta pra apender, errar e melhorar tudo que eu pudesse nesses dias! (Ana Paula Meinicke, “Meinicke” #40)

 3 jogos e uma outra visão do esporte. Acho que essa frase resume todas as emoções misturadas no primeiro contato com jogos de derby na minha vida. Tenho um ano de roller derby, mas como somos praticamente a única liga do estado, nunca tivemos a chance de fazer sequer um scrimmagezinho. Deu muito medo de encarar o primeiro jogo  contra o Team Brasil, mas me joguei: bora lá ver de qual é! E foi incrível! O clima dentro da pista, o aprendizado de regras, arbitragem, comportamento no track, é muito rico e por isso cada segundo valeu a pena. Nos outros dois jogos fui percebendo mais o timming do jogo e me senti um Pokémon evoluindo, hahaha! Me diverti muito no jogo Sapas x Princesas, o clima é muito descontraído e bem engraçado, o jogo foi disputado e a diferença do resultado, comprovou 250 x  230.E o que foi o jogo do Frankenstime contra as Sugar Loathe? Irado e quebradeira, no sentido bom da palavra! Evolução e uma vontade de melhorar ainda mais, treinar mais, me dedicar mais… Descobri finalmente o esporte da minha vida! Levo a frase que li na camisa de uma mina que arrasa no bloqueio como lema: I BLOCK, YOU FALL, REPEAT! Go derby ❤ (Mariana Costa, “Violeta Riot”, #999)

O nosso coach Enzo participou da clínica de abitragem com o Judge Knot e ainda se arriscou no track no primeiro jogo de roller derby masculino do Brasil!

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O primeiro bout masculino a gente nunca esquece!

 A experiência de participar de uma ref clinic com um árbitro certificado nível 5 como o Judge Knot, foi ímpar. Foi importantíssimo passar pela abordagem de cada tópico sobre a perspectiva de árbitro e não de jogador ou técnico. Alguns pontos se destacaram no conteúdo transmitido pelo Knot: “Todos podem conhecer e dominar as regras, mas a capacidade de aplicá-las em uma situação real é completamente diferente.”, e outra, “Referees não estão no track para marcar faltas e, sim manter a fluência do jogo de acordo com as regras e com segurança”. Uma última observação é de que Refs devem ser patinadores, por vezes, até melhores que as atletas no track, uma vez que, são tantos os pontos a serem observados/abordados no jogo, que não há tempo para se pensar na patinação, ou seja: ela deve ser fluida e natural. Com relação a minha participação no primeiro bout masculino do Brasil, preciso ser expansivo e dizer que FIZEMOS HISTÓRIA! Espero sinceramente que este passo represente um grande incentivo ao nosso esporte. Mesmo dentro do track, era fácil perceber algumas diferenças básicas do derby feminino e masculino; a mais impactante foi o fato de a maioria dos homens na pista ser referee e, alguns coaches. O reflexo disso foi um jogo que fluía com facilidade devido ao conhecimento profundo de cada um (não que isso diminuísse o impacto dos hits ou mesmo disputas acirradas). Este bout também nos trouxe a experiência de estar “do outro lado”, sentindo na pele o que nossas atletas passam e isso não tem preço!  (Enzo Coppi, head coach)

 A Pauleira, capitã do futuro time da Black Hearts, infelizmente teve que deixar seus patins e equipamentos em casa, pois fraturou o tornozelo há quase 2 meses. No entanto, deixou a zica de lado e aproveitou para ter outras experiências rollerdérbicas no evento.

Esse Brasileirão foi muito diferente para mim, pois estou me recuperando de uma fratura no tornozelo e infelizmente não pude estar no track com os patins no pé. Confesso que fiquei triste e com os olhos cheios d´água por diversas vezes no evento, não pude participar do jogo de despedida da temporada 2013 do Team Brasil e nem do tryout para o time de 2014. Também não deu para participar dos bootcamps e dos scrimmages, porém, dei um jeito de mandar a zica pra bem longe de mim e participar do evento da forma que pudesse. Fotografei alguns jogos, observei as aulas da Nina e da Fifi mesmo que de longe e ainda me arrisquei nas funções de assistant coach no jogo do Vagine Regime e como lineup manager no Frankenstime. Jogadora quase enloquece quando assume essas funções, mas fazer o quê, né? Eu não poderia era ficar sentada de braços cruzados perdendo a chance de aprender um monte de coisa importantíssima para o derby!  (Paula Figueira, “Pauleira” #88)

Não há dúvidas de que nossas jogadoras tiveram experiências inesquecíveis nesses dias na Gray City!

Um beijo grandão do fundo dos nossos corações negros para todos que estiveram lá com a gente nesses dias, em especial as anfitriãs AND campeãs brasileiras Gray City Rebels, as jogadoras Fifi Nomenon e Nina Brava que ministraram os bootcamps e ao referee Judge Knot que ministrou as clínicas de arbitragem! O ano de 2014 será intenso para a gente, pois sediaremos o próximo Brasileirão aqui na nossa cidade e teremos muito trabalho a fazer. Mas podem ter certeza de duas coisas: que o Team Black Hearts estará no track na luta pelo título de campeã brasileira de roller derby e que o evento será incrível e cheio de derby love para vocês!

Brasileirão de Roller Derby 2014: É NOISE!

Brasileirão de Roller Derby 2014: É NOISE! (tá faltando gente nessa foto, hein?)

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