“Nota” sobre o 1º Brasileirão de Roller Derby

As Black Hearts Paula Figueira (“Pauleira”), Gabriela Kuster (“Belle Ditto”), Nathália Barbosa (“Nathyeska”), acabam de chegar do 1o Brasileirão de Roller Derby. O evento foi realizado pela Sugar Loathe Derby Girls e aconteceu de 12 a 14 de outubro, em Jacarepaguá, no Rio de Janeiro, reunindo onze equipes nacionais. Lá elas aprenderam muita coisa sobre Roller Derby com o árbitro nova-iorquino Sugar Daddy e com meninas de ligas de todo o país e do exterior! Foram três dias intensos de aulas, treinos e scrimmages e na bagagem, as Black Hearts fizeram muitas amizades, trouxeram mais experiência quanto ao Roller Derby, muitas fotos e histórias para contar – mas aqui contaremos só um pouquinho, porque senão já viu, né? (risos)

Black Hearts e Sugar Daddy!

“Pauleira” participou de amistosos nos grupos A e B e do 1º Exhibition Bout  (jogo de exibição) do Vagine Regime Brasil, comunidade que reúne roller girls brasileiras gays, bi, trans e simpatizantes. Como patinadora mais experiente das Black Hearts, ela treinou e jogou nos scrimmages nos grupos B e A, e no time “Sapas” no jogo de exibição do Vagine Regime. “Belle Ditto” participou como fotógrafa e tomou conta do material de merchansing da Liga (que esgotou logo no primeiro dia!) e “Nathyeska” participou dos treinos das patinadoras novatas no grupo C. As demais The Black Hearts Derby Girls Giulia Dessaune (“Off With Their Heads”), Beatriz Bueno (“Honey Bea”), Julia Machado (“The big Jumper Ax”), Angélica Figueira (“Ninja Rider”), Ana Luiza Lübe (“Lady Merciless”), Paula Renata (“La Santa Rosaria”), Bianka Oliveira e Mariana Costa (que ainda não escolheram os seus “derby names”) permaneceram no Estado, em treinamento com o coach americano Julian Michael Santos.

Bout Sapas (cinza) 85 x Princesas (rosa) 188

Sem dúvidas, o Brasileirão de roller derby foi inesquecível! As Sugar Loathe foram ótimas anfitriãs e estão de parabéns por essa iniciativa mesmo com todas as dificuldades que o roller derby tem enfrentado no nosso país. Mesmo com poucos recursos, fizeram um evento maravilhoso! Mesmo numa quadra muito distante (numa escola de freiras em Jacarepaguá) da região onde a maioria das ligas estava hospedada, não dava preguiça de acordar cedo, engolir o pão com manteiga na padaria e partir no ônibus coletivo cedido pela prefeitura do Rio de Janeiro. De fato, o roller derby pode dar certo mesmo sendo uma modalidade “do it yourself” porque nele estão pessoas muito dispostas e engajadas na causa rollerdérbica!

Patinadoras aquecendo para os scrimmages

Para “Pauleira”, o Brasileirão foi a sua estréia na verdadeira carreira rollerderbica. Aprendeu a jogar com patinadoras mais experientes, e acima de tudo, a jogar limpo e com segurança. Carregou para casa pouquíssimos hematomas no braço que segundo ela, são suas “medalhas de honra” conquistadas no tryout para o Team Brasil. “Belle Dito” e “Nathyesca” também ficaram encantadas com o Brasileirão. Foi uma experiência ímpar e as Black Hearts se sentem realizadas por terem participado do evento e já aguardam com ansiedade o próximo, que ainda não tem data definida, mas será realizado pelas Gray City Rebels, em São Paulo!

Para Pauleira, a participação no tryout para o Team Brasil já é uma grande conquista!

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